Caso Taina: Polícia Federal prende suspeito de sequestrar jovem e filha de 8 meses

Taina Queiroz e a filha Sofia Helena da Silva estão desaparecidas desde o dia 3 de novembro

Nesse Sábado, 01 de dezembro, em São Luís, no Maranhão, o delegado Acácio Leite, que responde pela Delegacia de Investigações Gerais, de Sorocaba – São Paulo, comunicou à imprensa a prisão do suspeito de sequestrar Taina e sua filha Sofia, uma bebê de apenas 8 meses de vida.

O Dr. Acácio Leite foi informado através da Polícia Civil sobre a ocorrência: “Fui informado sobre a prisão e que está lá no plantão. Taina e a filha foram encaminhadas para um abrigo, e a família foi informada sobre o encontro delas“, conta o delegado.

A jovem Taina e sua bebê Sofia, desapareceram no dia 3 de novembro de 2018. Quem registou o boletim de ocorrência denunciando o desparecimento foi seu esposo, Raul Kennedy da Silva, de 19 anos de idade.

Luiz responderá pelos crimes de estelionato e foi encaminhado para a região de Sorocaba, onde será investigado. “Ele será trazido para a região de Itapetininga nos próximos dias, onde ficará à disposição da Justiça.”

Questionado sobre a possibilidade da jovem em responder criminalmente por subtração de incapaz, o delegado Acácio Leite afirmou que inicialmente não. Porém, ela deve ser ouvida quando retornar para Pilar do Sul.

Sobre o desaparecimento

Taina e sua filha desapareceram quando o esposo estava viajando para Castilho, em São Paulo, a trabalho. Ao retornar, não mais as encontrou em sua residência.

Luiz conheceu Taina e o esposo em Sorocaba e disse ser produtor musical. Convidou Kennedy para trabalhar com ele, distribuindo e instalando outdoor pelo interior de São Paulo.

Ele levou a gente em shows e se mostrava uma pessoa que tinha conhecimento, importante. Nunca tive problema com ele, mas é um cara invejoso e não aceitava ver a gente feliz. Não sei por qual motivo está fazendo isso comigo”, diz Raul.

O sequestrador enviou vídeos de Taina e da pequena bebê para a família, dias depois do sequestro. Os investigadores da Polícia Civil de Pilar do Sul, captaram o número usado para enviar os vídeos e entraram em contato. A pessoa que atendeu respondeu que mãe e filha estavam bem. Após esse contato, o número deu como inexistente e não foi possível mais contatos.